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Curiosidades- As camisas mais feias do futebol

14/10/2009

– Bochum (Alemanha)

 


O time alemão já seguiu essalinha meio azul, meio arco-íris. O que significa? Que é um time bissexual? Meio menino e meio viado? Existe meio viado? Dá pra dar meia bunda?
Ficam aí as questões pra vocês (e pros jogadores do Bochum) responderem?
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– Flamengo (Rio de Janeiro)


Sorte da maior torcida do Brasil que o conselho deliberativo vetou essa camisa, que mistura o tradicional rubro-negro com as cores originais do clube, quando fundado (amarelo e azul).
Já imaginaram 33 milhões de desdentados usando essa camisa horrível pelas ruas?
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– Cruzeiro (Minas Gerais)


Continuando o passeio pelas camisas feias dos grandes clubes brasileiros, saquem só essa que o Cruzeiro já usou.
Aquele troço no pescoço parece com um buraco negro sob o efeito da abertura de A Favorita.
No ano em que usou essa camisa, o Cruzeiro foi até bem. Ganhou a Libertadores e foi jogar o Mundial no Japão. Japão que é terra do…
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– Shimizu (Japão)


Isso aí é resultado de um brainstorm que terminou sem entrarem em acordo. Um cara quis listras verticais amarelas finas e com degradé num azul marinho. Outro queria listras horizontais azuis num fundo branco. E um terceiro imbecil sugeriu uma série de elipses e quadrados psicodélicos no meio. Acabaram fazendo tudo isso ao mesmo tempo, na mesma camisa.
Mas se você acha que isso é ruim, é porque ainda não viu a outra camisa do Shimizu. Contemplem o look camuflado tropical com vetor de globo terrestre sobreposto:

 

 

– Sochaux (França)

 


Ok, a França é campeã em camisas feias (irônico pra meca da moda, né?), mas essa foge do padrão “excesso de patrocínio” que rola por lá.
O lance é sera primeira camisa do mundo que já vem com ilusão de ótica. Imagina um torcedor no estádio vendo essa camisa depois de tomar LSD? Vai à loucura mesmo se o time estiver perdendo de goleada.
E pra fechar, vamos continuar pela França…
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– St. Etienne (França)


Dessa vez o clube não tem culpa, e sim seu goleiro, Jerémie Janot, que a exemplo de outros goleiros (como Jorge Campos e até, por um tempo, Rogério Ceni) cria seu próprio uniforme.
E temos que dizer, o cara é criativo. Afinal, imagina o terror prum atacante…o cara vai, dribla dois, tabela com um companheiro, sai na cara do gol e dá de cara com… o Homem-Aranha!


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– Madureira (Rio de Janeiro)

 
Olha, existem muitas camisas tricolores bem bacanas por aí. Por isso, é imperdoável esse uniforme do Madureira nos anos 90.
Mas o que me chamou mais a atenção é o fornecedor de material lá no peito direito. É impressão minha ou ele se chama Porn?


– Pirambú (Sergipe)

 
O time que enfrentou o Corinthians numa Copa do Brasil dessas tem a mesma combinação horrosa de cores do Madureira, mas com um adendo sensacional: o patrocínio do Calcinha Preta!

– Seleção do México

 


Os anos 90 foram marcados pelas camisas exageradas e com marcas d’água. Como essa usada pela seleção mexicana na Copa de 98.
Os jogadores eram praticamente era gibis astecas.


Mas querer o que de uma seleção que tinha como goleiro (e estilista dos seus próprios uniformes) Jorge Campos?


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– Seleção da Croácia

 
Partiu um piquenique, galera?

 


– Santos Laguna (México)

 
O que é pior: o degradê nas faixas ou o degradante no excesso de patrocínios?
Se bem que no quesito propaganda em excesso, nada supera o…

 


– Brasiliense (Distrito Federal)

 
Se o Luiz Estevão (dono do time e de quase todas essas marcas estampadas) abrir mais alguma empresa, vão ter que começar a tatuar os patrocínios nos jogadores.


– Sevilla (Espanha)

 
Nada contra o rosa (a camisa do Palermo também é, e é foda), mas precisava ser tão berrante? Nem em festa de 5 anos de menininha chega a esse ponto.

 


– Heerenveen (Holanda)

 
O time que revelou ao Dunga Afonso Alves podia ter ficado no simples e tradicional listrado branco e azul. Mas não, resolveram enfiar coraçõezinhos nela. Pra que? Parece que eram alguns brinquedos de uma garotinha que resolveu colar adesivinhos toscos.
Sem falar que esses corações poderiam muito bem passar por bundas ou até bolas, né

 

– Brasilis (São Paulo)

 


E o nosso grande vencedor do dia. Nada como saber escolher bem as cores, né?

One Comment leave one →
  1. Marcelle Lener permalink
    13/09/2011 15:23

    O fabricante do uniforme do Madureira era SPÓZER.

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